Porque cuidar de quem cuida é o primeiro passo para um atendimento verdadeiramente humanizado.

✨ Em 2026, seguimos firmes em um PROPÓSITO: valorizar quem dedica o seu dia a cuidar do outro!

✨ Na APAE de Araraquara, iniciamos o ano fortalecendo ainda mais nosso compromisso com o desenvolvimento dos nossos profissionais de apoio. Por meio de um programa contínuo de desenvolvimento e formação, estamos aprofundando nossa jornada rumo a uma gestão mais humana, inspirada nos princípios da Gestão TEAL autonomia, integralidade e propósito compartilhado.

Nosso objetivo permanece claro: promover ambientes de trabalho mais saudáveis, acolhedores e alinhados com o bem-estar de quem vive diariamente o propósito do cuidar. Para isso, estruturamos nossa trilha formativa com atenção especial a dois pilares essenciais:

🧠 Saúde Mental

Porque cuidar de quem cuida é o primeiro passo para um atendimento verdadeiramente humanizado.

📜 Conformidade com os Decretos 12.773/2025 e 12.686/2025

Reforçando nosso compromisso com a legalidade e a valorização dos profissionais da educação. Essa construção coletiva só é possível graças à liderança da Coordenadora Adriana Biasiolo, ao acompanhamento atento do Supervisor de Território Marcelo Dias Silva, e ao apoio fundamental da área de RH, representada pela dedicação da Mariléia.

E deixamos aqui um agradecimento especial às profissionais Catiana, Daniela, Elaine, Dayane e Liliane, que têm realizado um trabalho excepcional e contribuído de forma brilhante para essa jornada.

🌟 Estamos convictos de que capacitar é transformar e transformação é o que nos inspira a seguir todos os dias.😉

Eu sou Brasiliano

Há mais ou menos um mês, recebi pelo whatsapp um vídeo do ICV (Instituto Convencer),cujo palestrante – Ronaldo Dantas, discorria sobre o seguinte: ” o problema do Brasil é o brasileiro”. Durante alguns minutos, o palestrante, de forma brilhante, fazia a colocação sobre a diferença entre a ideia de ser brasileiro e/ou de ser brasiliano.

Eu, como gestor de comunicação, me relaciono com diferentes públicos e pessoas deste nosso Brasil. Sei do poder das palavras e como podem criar ou derrubar tabus. Mas a palestra me fez refletir sobre dois personagens, separados por aproximadamente 2 mil anos de história, mas com algo em comum: questionar o Status quo.

O primeiro personagem é Motzê, um sábio chinês, conhecido principalmente por ser um coach dos imperadores do seculo V a.C.

Motzê doutrinava os imperadores que a melhor forma de vencer uma luta era procurar, de forma pacífica, uma solução para conflitos entre as dinastias. Ele pregava algumas regras básicas sobre como um grande imperador deveria agir.

Mozi-Motzê dizia:

Questione sempre o status quo

aceite uma verdade apenas como transitória

Seja justo, decida ajudar o maior número de pessoas possível.

A forma para o envelhecimento, com certeza, está na certeza da inércia.

Vale lembrar que estes pensamentos foram ditos aproximadamente, entre os anos de 470 a 391 a.C. e continua a ter grande repercussão nos dias atuais. O verdadeiro nome dele era Mo Di. Era um entusiasmado humanista, conhecido como um dos maiores pensadores da China, e foi o fundador do moísmo, teoria conhecida pelo “amor universal e não luta”.

O outro personagem sobre o qual vou escrever é o Padre Antonio Vieira, que nasceu em Lisboa em 1608 e morreu em Salvador em 1697.

Em seu sermão da Sexagésima, Vieira aborda o “Semen est verbum Dei”( A semente é a palavra de Deus). Ele se utiliza da metáfora para dizer que o pregar é como semear. E questiona, em 1655: ” Se a palavra de Deus é tão eficaz e tão poderosa, como vemos tão pouco fruto da palavra de Deus?”

O texto todo é belíssimo e rico de informações sobre a arte da oratória, em que ele questiona a si mesmo e aos pregadores pastores.

Com estes dois personagens, Motzê e Vieira, o que pude perceber é que há um questionamento sobre o omento atual. Devemos olhar com mansidão, porém, com sabedoria os comportamentos e os sentidos de certo e errado, de justo e injusto. Nos dois casos, fica claro que devemos sempre tirar a prova dos 9. Entender a cultura contemporânea e sempre procurar melhorá-la.

Então, você pode me perguntar: Mas Marcelo, e sobre o tema que abriu este artigo? O que isto tem a ver?

Pois é, o que tentei passar a vocês é uma isca, e não um solecismo, que os leve a refletir sobre um pequeno gesto de sintaxe que pode mudar muita coisa em nosso País.

Começo aqui minha campanha: vamos trocas este gentílico brasileiro por brasiliano. Acredito que o poder das palavras podem mudar o mundo!

É isso.

Como poucas moedas podem te levar a um bloco na cadeia

Estou falando de BitCoin e BlockChain

Tempos de dinheiro curto. Com poucas moedas no bolso, passei outro fim de semana assistindo Netflix, com pipoca e Coca-Cola zero. Um documentário sobre a criptomoeda – BITCOINS –, seu surgimento, o conceito por trás da descentralização do seu controle e o mistério sobre seu criador, Satoshi Nakamoto, que não se sabe se é uma pessoa ou um grupo de desenvolvedores de software, criadores de códigos fontes. Bom, mistérios à parte, vou pegar este conceito disruptivo no setor fiduciário para falar de alguns devaneios de minha infância, do que eu sabia de estabilidade financeira. 

Cresci ouvindo o meu pai dizendo que ter uma boa poupança, investir em uma casa e um bom carro, trabalhar em uma empresa pelo máximo de tempo possível e se aposentar bem cedo, com 42 anos, seria ter vivido uma vida plena e com garantias. 

Assim, vivi até os meus 20 anos, com toda a certeza do mundo de que minha formação de fresador no SENAI me daria este pré-paraíso, antes do meu dia D. 

Mas alguma coisa aconteceu que mudou toda a rota. Meu irmão mais novo me apresentou a música, conheci o mundo do MMN (Marketing Multinível) e decidi que seria vendedor. Fui fazer diversos cursos de vendas, entrei na indústria farmacêutica e depois fiz faculdade de Comunicação Social. 

Hoje, depois de 25 anos, percebo que tudo aquilo que meu pai disse foi real para ele. Pois vivemos em época VUCA (Volátil, Ambígua, Complexo e Incerta). Tudo parece líquido. É um fluxo de tudo o que nos cerca.   

De tudo que meu pai sugeriu, nem os maiores gurus sobre previsões, no entanto, conseguiriam pensar em algo que mudaria radicalmente o sistema fiduciário mundial. Estou falando de BITCOINS – criptomoeda ou moeda digital. Ainda por falta de entendimento, não temos a certeza sobre como nomear esta ferramenta de movimentação financeira. 

Estudando o e-book “BITCOINS – COMECE POR AQUI”, do autor Vinicius Bazan, comecei a entender melhor o que é esta “moeda” digital. E ela tem algumas características que representam muito o nosso tempo. E talvez tenhamos dificuldades de aceitar o que é novo. As características são:  

1 – VOLATILIDADE 

Temos crises de moral ética e valores, entre pessoas e, consequentemente, entre instituições, já que são pessoas que fazem gestão das instituições. Assim, as mudanças são rápidas, voláteis e efêmeras. 

2 – INCERTEZA 

As pessoas vão questionar: este treco não existe no mundo real? Aí, você, que estudou um pouquinho sobre BITCOIN, irá responder: Pois é, este é o ponto. É uma nova perspectiva, até contraditória. O futuro pode repetir o passado!?!? 

3 – COMPLEXIDADE 

Tentar simplificar o funcionamento do BITCOIN ou explicar o que é BLOCKCHAIN, não tem nada de simples. A sua conta bancária agora pode ser chamada de carteira, o seu real pode ser chamado de BITCOIN e sua TED passa a se chamar BLOCKCHAIN. 

4 – AMBIGUIDADE 

Como tudo é novo neste universo de criptomoedas, às vezes pode parecer que servirá para fomento de guerras e atrocidades. Por outro lado, que estaremos livres para decidir e como iremos decidir o sistema fiduciário mundial. Cada habitante será seu próprio banco. Acredito que nem Muhammad Yunus, ganhador do Nobel da Paz em 2006, tenha imaginado tamanha revolução em nosso sistema financeiro. 

Tudo parece bom e mal ao mesmo tempo. O ponto de vista pode estar equivocado. A referência pode omitir todas as informações. São tempos líquidos, dizia Zygmunt Bauman. 

Sem pretensão alguma de querer esgotar este assunto, deixo aqui minha reflexão e convite aos meus queridos leitores. Buscar mais informações às vezes pode ser longo e mais complicado. Que tal separar uma parte de seu dinheiro e abrir uma carteira incloud de BITCOINS e subir no trem da história?

*Marcelo Dias é Gestor de Comunicação

Bom dia!

Caminhando nos arredores de minha casa, observei que existe um terreno que pertence a uma borracharia. E ao fundo, um galinheiro. Um dia de manhã, ao andar pela calçada, cruzei com uma moça que, com carinho e entusiasmo, me desejou um “bom dia”. Aquele gesto aparentemente simples foi revigorante. Porém, logo na sequência, um galo que estava na beira da cerca da borracharia me encarou e cantou. Eram 6h da manhã. Eu senti como se fosse para mim. Essa sequência de acontecimentos, a moça e depois o galo, me fez refletir sobre as formas de se dar bom dia!   

 Minha atenção ficou voltada para estes acontecimentos diários, em que damos e recebemos cumprimentos de um ótimo dia. Mesmo que a gente não pronuncie a palavra, mas, com gestos e intenções sinceras, demonstramos o apreço pelas outras pessoas, mesmo que desconhecidas.  

 Então, pensei: o porteiro de meu prédio que ligou o regador e deixou o jardim mais lindo me deu bom dia.  

 O senhor que recolhe os recicláveis me deu bom dia!  

 O Moisés e o Domingos, frentistas, a Marlene e a Suelen no posto de combustíveis me deram bom dia.  

 Os 29 grupos de WhatsApp me deram bom dia!  

 O Poro, meu cachorro, me deu bom dia!  

 O motor de meu carro, quando estava frio e pegou na primeira, me deu bom dia!  

 E até às 9h da manhã, eu contabilizei: mais ou menos 36 bons dias.  

 É, parece papo de alta ajuda, mas deixar os canais (sentidos) abertos para receber estas expressões de bom dia interferiram de forma significativa em meu humor.  

 Será que estou dourando a pílula demais?    Na metodologia SCRUM, chamamos de GOLD PLATE.   Bem, é isso!